Biblioteca Escolar

Agrupamento de Escolas Cardoso Lopes - Amadora.

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Na biblioteca da minha Escola

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quarta-feira, 14 de maio de 2008

Contos e Recontos


terça-feira, 13 de maio de 2008

Os Direitos Inalienáveis do Leitor

  1. 0 direito de não ler
  2. o direito de saltar páginas
  3. 0 direito de não acabar um livro
  4. 0 direito de reler
  5. 0 direito de ler não importa o quê
  6. 0 direito de amar os "heróis" dos romances
  7. 0 direito de ler não importa onde
  8. 0 direito de saltar de livro em livro
  9. 0 direito de ler em voz alta
  10. 0 direito de não falar do que se leu


Como um Romance, Daniel Pennac

Inalienável significa que não se pode retirar. Sabias que os leitores também tinham direitos?Qual o direito de que mais gostas? Dá-nos a tua opinião.

Mostra de teatro das escolas da Amadora







Mensageira do Universo


Este é o título da peça, da autoria da professora Filomena Geraldes, com que a nossa escola participou mais uma vez na Mostra de Teatro acima referida, no dia 2 de Maio de 2008. Diz quem assistiu que o espectáculo foi excelente e ensinou a quem quis aprender a importância de cuidar do planeta em que vivemos. Parabéns às incansáveis professoras da Casa do Teatro, aos jovens actores e a todos quantos contribuiram para o sucesso da participação da escola.

Se gostas de teatro, dá uma espreitadela aos textos dramáticos que temos na nossa biblioteca. Já leste Leandro, Rei da Helíria?

Agora a palavra aos actores da Casa do Teatro:

Marco:
Fui figurante. O objectivo da peça era ensinar as pessoas a cuidar do Planeta. Para o ano gostaria de participar numa peça de comédia

João:
Fui o João e o Sol. Na Casa do Teatro aprendi que não devemos ser egoístas e a trabalhar em equipa. O objectivo da peça era espalhar a mensagem para um mundo melhor. No próximo ano gostava de participar numa peça musical.

Cheila:
Na Casa do Teatro, eu, Cheila, fui ver A Aventura de Ulisses e o Conto de Natal. Aprendi a ser responsável, a decorar textos, a divertir-me mais, a representar e a ser uma grande actriz
A minha personagem foi a Catarina na peça A Mensageira do Universo. A mensagem do texto tinha como objectivo dizer às pessoas que se preocupassem mais com o ambiente e os índices de poluição. Adorei o empenho dos meus colegas e principalmente das professoras a puxarem por nós. A minha personagem favorita foi a Romana porque foi a mais engraçada. Para o ano gostava de entrar numa peça em que as professoras entrassem e representassem connosco.

Ana Carolina:
Fiz de professora. No início estava um pouco nervosa. Para o ano gostava de participar numa peça sobre mistério ou mesmo aventuras… com enigmas! Gostei mais da Romana, que interpretou a Lua, por achar que ela fez bem o papel e soube representar.

Mafalda:
Neste clube aprendi a representar e a ser mais responsável. A minha personagem foi a Grande Nebulosa. O texto tinha como objectivo ter cuidado para não poluir a terra “porque ela é onde vivemos”.

Liliana:
A minha personagem foi a Sofia, que era muito burrinha. A mensagem da peça era: não devemos poluir o ambiente, é preciso reciclar! Aprendi a cantar, dançar e a representar. A professora Maria João ajudou-nos a ensaiar uma dança. Ensaiámos muitas vezes! A experiência foi inesquecível porque eu nunca tinha pisado um palco… Agora sei que para ser actriz é preciso ter força. No próximo ano gostava de participar numa peça. Ainda não sei bem sobre quê. Mas podia ser uma qualquer, porque as stôras têm bom gosto.

Ana Filipa:
Fui a Terra. Aprendi a organizar-me melhor. O objectivo da peça era para o mundo ser melhor porque há muita poluição. A experiência foi inesquecível porque foi a minha primeira vez.

Nadia:
Fui a Estrela Cadente Um. Aprendi a decorar os textos. As minhas intérpretes favoritas foram as estrelas, porque representaram todas bem e foi muito divertido.

Helder:
Fui aluno e quando eu falava os outros riam. Gostava de participar numa peça com um príncipe, criados e uma bruxa. Os meus preferidos foram a Terra constipada, os alunos e as estrelas.

Filipa Santos:
Aprendia a representar, decorar textos, dançar e dar sugestões. A minha personagem foi a Tessa, uma rapariga rebelde que já tinha chumbado de ano. A mensagem era para o nosso mundo ser um local aprazível, com menos poluição, onde devemos fazer a reciclagem de materiais. Adorei porque pisei um palco pela primeira vez e adorei a minha personagem.
No próximo ano gostava de participar numa peça sobre a natureza, para não matarem os animais e deles fazerem peles. A minha personagem preferida foi a Romana porque ela esteve muito maluca, era cómica e nunca se enganou.

O grafitti


“Muros brancos, povo mudo”

Perto de minha casa alguém, furtivamente durante a noite, tem por hábito deixar frases nos muros que pretendem pôr-nos a pensar!!! Louco, seguramente… ou para outros “um brincalhão” Não sei se ainda há alguém que usa o seu tempo a girar pela cidade atento a pormenores como as escritas sobre os muros. Sinceramente não sou grande fã desta forma de expressão, muito menos quando o que deixa é unicamente uma assinatura (chamam-lhes tags), um rabisco que ninguém entende e dificilmente se aprecia. Mas não há dúvida que outros, os verdadeiros graffiti, fazem-nos olhar com mais atenção para um muro que passaria despercebido de outra forma, falam-nos de uma cultura de rua suburbana, que não necessita de galerias nem museus para se exprimir, que revela outros talentos que a corrida diária tem dificuldade em descobrir.
A minha escola tinha um desses graffitis. Eu (pelos vistos erradamente) associava essa pintura à Escola Cardoso Lopes, talvez porque me lembro claramente de como surgiu a ideia, do apoio imediato do João Dinis para a iniciativa (como de resto em tudo o que dinamizasse positivamente a escola), dos imensos desenhos que recebemos até chegar ao símbolo final, da compra das tintas e do contacto com o artista que se prestou gratuitamente a tal tarefa, ficando com o restante das latas para futuras deambulações.


Honestamente, que me perdoem os alentejanos, gosto cada vez menos de muros brancos.


Sandra Oliveira

LER 1

URGENTEMENTE

É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.

É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.

Eugénio de Andrade