Biblioteca Escolar

Agrupamento de Escolas Cardoso Lopes - Amadora.

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Na biblioteca da minha Escola

Na biblioteca da minha Escola

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

O Amor - José Saramago

O Amor - José Saramago


“Penso saber que o amor não tem nada que ver com a idade, como acontece com qualquer outro sentimento. Quando se fala de uma época a que se chamaria de descoberta do amor, eu penso que essa é uma maneira redutora de ver as relações entre as pessoas vivas. O que acontece é que há toda uma história nem sempre feliz do amor que faz que seja entendido que o amor numa certa idade seja natural, e que noutra idade extrema poderia ser ridículo. Isso é uma ideia que ofende a disponibilidade de entrega de uma pessoa a outra, que é em que consiste o amor. Eu não digo isto por ter a minha idade e a relação de amor que vivo. Aprendi que o sentimento do amor não é mais nem menos forte conforme as idades, o amor é uma possibilidade de uma vida inteira, e se acontece, há que recebê-lo. Normalmente, quem tem ideias que não vão neste sentido, e que tendem a menosprezar o amor como factor de realização total e pessoal, são aqueles que não tiveram o privilégio de vivê-lo, aqueles a quem não aconteceu esse mistério."

Fonte: José Saramago, "Revista Máxima", outubro, 1990.

Canção de Outono - Fernando Pessoa

         
 CANÇÃO DE OUTONO

Fernando Pessoa
   


"No entardecer da terra,

O sopro do longo outono
Amareleceu o chão.
Um vago vento erra,
Como um sonho mau num sono,
Na lívida solidão.

Soergue as folhas, e pousa

As folhas volve e revolve
Esvai-se ainda outra vez.
Mas a folha não repousa
E o vento lívido volve
E expira na lividez.

Eu já não sou quem era;

O que eu sonhei, morri-o;
E mesmo o que hoje sou
Amanhã direi: quem dera
Volver a sê-lo! mais frio.
O vento vago voltou."




Fernando Pessoa 

Poema publicado, em 1922, no

 Semanário "Ilustração Portuguesa", 
nº 833.

Fonte da fotografia: https://www.e-konomista.pt/artigo/razoes-pelas-quais-o-outono-e-a-melhor-estacao/
  

            

Evocando a Batalha de Aljubarrota (14 de agosto de 1385)

Evocando a Batalha de Aljubarrota (14 de agosto de 1385)

Luís de Camões, ‘Os Lusíadas ‘, Canto IV


28
Deu sinal a trombeta Castelhana,
Horrendo, fero, ingente e temeroso;
Ouviu-o o monte Artabro, e Guadiana
Atrás tornou as ondas de medroso.
Ouviu[-o] o Douro e a terra Transtagana;
Correu ao mar o Tejo duvidoso;
E as mães, que o som terríbil escuitaram,
Aos peitos os filhinhos apertaram.

29
Quantos rostos ali se vêm sem cor,
Que ao coração acode o sangue amigo!
Que, nos perigos grandes, o temor
É maior muitas vezes que o perigo.
E se o não é, parece-o; que o furor
De ofender ou vencer o duro imigo
Faz não sentir que é perda grande e rara
Dos membros corporais, da vida cara.

30
Começa-se a travar a incerta guerra:
De ambas partes se move a primeira ala;
Uns leva a defensão da própria terra,
Outros as esperanças de ganhá-la.
Logo o grande Pereira, em quem se encerra
Todo o valor, primeiro se assinala:
Derriba e encontra e a terra enfim semeia
Dos que a tanto desejam, sendo alheia.

Dia Internacional da Paz - 21 de setembro

Dia Internacional da Paz - 21 de setembro


Hoje, dia 21 de setembro de 2018, comemora-se o "Dia Internacional da Paz." Este dia foi instituído, em 1981, pela Organização das Nações Unidas. Para que haja paz no mundo é necessário que se promovam valores como o respeito, a cooperação, a solidariedade e a não violência.
A equipa das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas Cardoso Lopes, 21 de setembro de 2018

Anne Frank

Anne Frank




Anne Frank nasceu em Frankfurt, na Alemanha, em junho de 1929. O diário que escrevia desde os 13 anos de idade tornou-se num dos mais famosos documentos do Holocausto. Pouco depois da chegada de Hitler ao poder, Anne e a família fugiram para a Holanda. Como muitos outros judeus na Alemanha, o pai Otto, a mãe Edith e a irmã Margot acreditavam ter encontrado um refúgio seguro contra as perseguições nazis. Esta fotografia, tirada em 1935, mostra Anne com 6 anos de idade a brincar com a amiga Sanne, em Amesterdão. A vida quotidiana da família viu-se abrutamente interrompida em maio de 1940, quando os alemães ocuparam o país. Tal como muitos outros judeus que viviam na Holanda, Otto Frank tinha preparado um esconderijo para a família. Em julho de 1942 viram-se obrigados a recorrer a esse anexo secreto criado num sótão. Anne escreveu no seu diário acerca da decisão tomada pelo pai: "Esconder-se era perigoso. Os judeus descobertos ou denunciados eram imediatamente enviados para campos de concentração. E o castigo por ajudar alguém era a morte." Apesar da família ter recebido ajuda de vizinhos não judeus, a Gestapo acabou por ser informada do esconderijo e em 4 de agosto de 1944 foi lá prendê-los.Tal como mais de cem mil judeus holandeses antes deles, a família Frank foi conduzida para o campo de concentração de Westerbork. Um mês depois foram transferidos para Auschwitz. Edith Frank morreu pouco antes da libertação de Auschwitz em janeiro de 1945. Anne e a irmã Margot foram enviadas para o campo de concentração de Bergen-Belsen. Quando o campo foi libertado,em abril de 1945, as duas irmãs tinham morrido de tifo poucas semanas antes da chegada dos soldados britânicos. Otto Frank sobreviveu no cativeiro em Auschwitz e acabou por regressar a Amesterdão, onde lhe foi entregue o diário de Anne.
Fonte: Stéphane Bruchfeld e Paul A. Levine, "Contai aos vossos filhos… um livro sobre o Holocausto na Europa, 1933-1945", Lisboa, Gótica, 2000, p. 11.


Poema encontrado na parede de um dos dormitórios de crianças de Auschwitz

Poema encontrado na parede de um dos dormitórios de crianças do campo de extermínio de Auschwitz


“Amanhã fico triste… amanhã!
Hoje não… Hoje fico alegre!
E todos os dias, por mais amargos que sejam, eu digo: Amanhã fico triste, hoje não."



Ler é como andar de bicicleta

“Ler é... 
Como andar de bicicleta. 
Quanto mais pedalamos mais mundos visitamos! “

Ler é desvendar mundos desconhecidos

"Ler é desvendar mundos desconhecidos." 

Simon Helen Drumond Ischkanian



terça-feira, 18 de setembro de 2018

Biblioteca Escolar Cardoso Lopes - Guia do Utilizador







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Agrupamento de Escolas Cardoso Lopes 


                                        Biblioteca Escolar/ Centro de Recursos Educativos


 Guia do Utilizador

“Creio que uma forma de felicidade é a leitura.”


                                                                  Jorge Luís Borges


Serviços

➤ Leitura presencial e domiciliária;

➤ Visionamento de filmes;

 ➤ Navegação e pesquisa na Internet;

➤ Formação de utilizadores/ tutorias;

➤ Jornais, revistas, guiões;

➤ Pequena área para exposições.


Na Biblioteca lembra-te


➤  Entra devagar, em silêncio, e espera pacientemente pela tua vez;

➤  Deixa a mochila, boné, etc. no cacifo;

➤ Pede por favor e diz obrigado;


 ➤ Fala sempre baixo;

➤  Entrega o cartão à funcionária no balcão;

 ➤  Preenche sempre o Diário de Navegação: é obrigatório para poderes realizar qualquer atividade;

  Não é permitido utilizar o telemóvel, comer ou beber na Biblioteca;

➤ Segue sempre as indicações dos professores, animadores e funcionárias; 

➤  A Biblioteca é um local de trabalho e estudo e não de conversa.


Leitura/Estudo e Requisições


  Podes consultar livremente os livros, jornais e revistas;


➤ Deixa sempre os livros no carrinho cinzento; 

➤ Arruma os jornais e revistas nos locais respetivos;

➤ Trabalha nas zonas indicadas, conforme venhas ler, estudar ou trabalhar em grupo;



➤ Podem ser requisitados livros e outros materiais para uso em sala de aula;

➤ Para requisitares livros ou filmes para casa, pede uma ficha na Receção;

➤ Prazo máximo: 7 dias para livros e 3 para os filmes;


➤ Cumpre os prazos e entrega o material em boas condições;

Se perderes ou estragares o que requisitaste, terás que pagar.


        

        Audiovisuais / Multimédia


➤ Os computadores destinam-se prioritariamente a atividades de estudo/ pesquisa;

➤ Só é permitido 1 aluno por computador;


➤ Não podes alterar qualquer configuração dos sistemas/ programas ou gravar no disco.


Horário   

2ª f, 3ª f, 5º F, 6ºf: 8.30 h – 18.00h; 4ª f: 8.30 – 16.00h.

➤  bibliotecaclopes@gmail.com
➤  blogue: bibliotecardosolopes.blogspot.pt
➤  Escola: www.cardosolopes.net




Sonhos

"Forte é aquele que não desiste dos seus sonhos mesmo com tantas dificuldades no caminho."

Uma criança que lê será um adulto que pensa

Uma criança que lê será um adulto que pensa

"Fomentar a leitura em qualquer idade sempre é sinónimo de enriquecimento, mas incentivar esse hábito entre os mais jovens da sociedade é uma garantia total de um futuro melhor."

Mia Couto


DAS PALAVRAS

DAS PALAVRAS

"Não mordas assim as palavras para que não te surpreendas, não as decepes. Não deixes a espada vil da mentira roubar-lhes a alegria. Quando as disseres aperta-as contra o peito. Faz um esforço por senti-las. Nas palavras cabem sempre o que para isso for preciso. Entra dentro delas como um milagre, como se uma pedra, de repente, se tornasse numa cigarra, como se o mar inteiro não te afogasse. Não as fites para as afastar. Não as rejeites. Pensa-as muitas vezes. As palavras não podem acordar com essa intenção de magoar. Distingue-as, toca nelas lentamente. Deixa que sejam limpas, que tenham chão, que façam vento. Dá-lhes a frescura de um limão, o êxtase que nelas se pode demorar. Não as digas, beija-as. As palavras povoam o que tu não podes povoar.
Ama as palavras, a possibilidade que são de poderes sonhar. Diz: Lua, grave, animal, gravura, diz verbo, teia, largura, diz pedra, luz, água, jardim, planeta, unha, diz as palavras límpidas e transparentes, como amarelo, tremor, invenção, como clarão, erva, ou pão e verás como as palavras são fábulas, enredos, e as forças da língua em que vives e do chão de onde as dizes."

Eduardo White


Era uma vez um pião

Era uma vez um pião
Era uma vez um pião,
Sempre a rolar, a rolar,
Das mãozitas do João
Para o chão do patamar.
Com as mãozitas de mestre
E olhar envaidecido,
Ajeitava bem a corda
Com dois metros de comprido.
E como se divertia,
Sem pontinha de cansaço,
Quando a todos exibia
A façanha no terraço!
Mas certo dia o pião,
Rolou, rolou, sem parar,
Para longe do João
E do chão do patamar…
O pequeno embaraçado,
Aos tropeções na baraça,
Ainda o viu a cair
No aqueduto da praça.
E chorou (pobre João!)
Num pranto nobre e profundo
De quem perde num pião
As voltas do próprio mundo!
Fonte: PARAFITA, A – A Mala Vazia, Lisboa, Plátano Editora, 2ª ed. 2010
Autor da fotografia: Eduardo Teixeira Pinto

Bom Ano Letivo 2018-2019

A Equipa das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas Cardoso Lopes deseja um bom ano letivo a todos os alunos, assistentes operacionais, assistentes técnicos e professores.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

O nosso Eco-Código: "Quem Ama Cuida!"

Quem Ama Cuida!
Este é o nosso cartaz  "eco-código"


Trabalho realizado pelas alunas Marta e Ariana, do 7.º A, para participar no "Concurso Nacional Eco-Código que pretende estimular a participação e a criatividade dos jovens envolvidos no Programa Eco-Escolas através da produção de um trabalho de comunicação: o poster." "O Eco-Código corresponde a um dos elementos do programa: o 7º passo da metodologia proposta. Pretende-se "identificar um conjunto de atitudes e comportamentos conducentes à melhoria do ambiente na escola, em casa e na região." O Eco-Código visa "expressar uma declaração de objetivos, traduzidos por ações concretas, que todos os membros da comunidade deverão seguir, constituindo assim o código de conduta ambiental da Escola. 

Poesia na Biblioteca!

Poesia na Biblioteca Escolar!

Decorreu na Biblioteca Escolar a 2ª sessão de poesia, na qual os Encarregados de Educação foram convidados a participar. Desta vez denominou-se "Já o sei de cor!" e como o titulo indica, os alunos do 6º ano turma B, decoraram muitos poemas e declamaram-nos muito bem. Obrigada a todos que participaram neste Momento de Poesia e principalmente à Professora Ermelinda Rolo que ensaiou tão bem os nossos alunos.



Maio de 68!

Na Biblioteca Escolar: "maio de 1968!"


No passado dia 6 de junho, decorreu na biblioteca da Escola Cardoso Lopes uma sessão com a turma do 7ºB. tendo como ponto de partida a comemoração dos 50 anos do maio de 68. Os alunos, no âmbito da disciplina de Francês, foram desafiados a pensar que "Que slogans para o Maio de 2018?" e trouxeram trabalhos onde, partindo das frases de 68, as reinterpretavam para os jovens de hoje em dia.


quinta-feira, 19 de abril de 2018

No próximo dia 24 de abril, o contador de histórias Rodolfo Castro vai estar na Escola Cardoso Lopes para falar de técnicas de leitura.


A Deputada Ana Rita Bessa esteve na Escola Cardoso Lopes e ensinou e debateu com os alunos o tema "Direitos Humanos"