segunda-feira, 19 de abril de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
terça-feira, 17 de junho de 2008
Oitavo A em peso...

Os nossos melhores poetas…
A minha infância
Também eu, também eu
Brinquei quando era pequena
Quando pensava que trabalhar não valia a pena.
Depois tornei-me grande,
Tornei-me estudante
E continuo a achar o trabalho
Uma coisa secante
Mas nem tudo se foi:
Da minha infância
Ficou a minha infantilidade
E da qual ninguém sente saudade.
Vida!
Não me tires a minha infantilidade
da qual eu penso que ainda não passou
o prazo de validade.
Escreveu a Inês.
A imaginação
Também eu, também eu
Já fui adulto
No mundo da imaginação.
Depois voltei à realidade,
Tornei-me realista
E no futuro pensei ser futebolista
Mas nem tudo se foi:
Enquanto sou criança
Penso em estudar
Um bocadinho de futuro.
Futebol!
É o meu sonho!
Escreveu o Andy.
O Menino Grande
Também eu, também eu
Joguei à bola, fiz escorregas, tive playstation e legos.
Depois cresci,
Tornei-me do tamanho dos meus pais
As coisas que tinha perdi…
A minha playstation…
Mas nem tudo se foi:
Ficou a minha cara brincalhona
E ganhei outras coisas.
Vida!
Ralha também, ralha se eu te fizer maldades
Mas com vontade
Como se fosse o meu Pai.
Escreveu o Edir.
A Menina crescida
Também eu, também eu
Brinquei com bonecas, saltei à corda
Briguei por coisas parvas.
Depois cresci,
Tornei-me mais adulta
Sei resolver os meus problemas
Sem ser com pancada.
Mas nem tudo se foi:
Ainda salto à corda
E brigo por coisas parvas.
Vida!
Ensina-me, ensina-me mais
Para que saiba cada vez mais e mais.
Escreveu a Fatu.
O Grandalhão
Também eu, também eu
Joguei à bola, brinquei às escondidas
Brinquei à apanhada e aos berlindes.
Depois amadureci,
Tornei-me um homem sério
Muito sério e rico…
Mas nem tudo se foi:
Ficaram-me
As lembranças desses tempos
E a minha bondade.
Vida!
Não me tires este vida bela:
Família, amigos e os meus fãs.
A minha infância
Também eu, também eu
Brinquei quando era pequena
Quando pensava que trabalhar não valia a pena.
Depois tornei-me grande,
Tornei-me estudante
E continuo a achar o trabalho
Uma coisa secante
Mas nem tudo se foi:
Da minha infância
Ficou a minha infantilidade
E da qual ninguém sente saudade.
Vida!
Não me tires a minha infantilidade
da qual eu penso que ainda não passou
o prazo de validade.
Escreveu a Inês.
A imaginação
Também eu, também eu
Já fui adulto
No mundo da imaginação.
Depois voltei à realidade,
Tornei-me realista
E no futuro pensei ser futebolista
Mas nem tudo se foi:
Enquanto sou criança
Penso em estudar
Um bocadinho de futuro.
Futebol!
É o meu sonho!
Escreveu o Andy.
O Menino Grande
Também eu, também eu
Joguei à bola, fiz escorregas, tive playstation e legos.
Depois cresci,
Tornei-me do tamanho dos meus pais
As coisas que tinha perdi…
A minha playstation…
Mas nem tudo se foi:
Ficou a minha cara brincalhona
E ganhei outras coisas.
Vida!
Ralha também, ralha se eu te fizer maldades
Mas com vontade
Como se fosse o meu Pai.
Escreveu o Edir.
A Menina crescida
Também eu, também eu
Brinquei com bonecas, saltei à corda
Briguei por coisas parvas.
Depois cresci,
Tornei-me mais adulta
Sei resolver os meus problemas
Sem ser com pancada.
Mas nem tudo se foi:
Ainda salto à corda
E brigo por coisas parvas.
Vida!
Ensina-me, ensina-me mais
Para que saiba cada vez mais e mais.
Escreveu a Fatu.
O Grandalhão
Também eu, também eu
Joguei à bola, brinquei às escondidas
Brinquei à apanhada e aos berlindes.
Depois amadureci,
Tornei-me um homem sério
Muito sério e rico…
Mas nem tudo se foi:
Ficaram-me
As lembranças desses tempos
E a minha bondade.
Vida!
Não me tires este vida bela:
Família, amigos e os meus fãs.
Escreveu o Danilo.
A vida
Também eu, também eu
Chorei, brinquei com bonecas, brinquei com terra,
Andei desclaça, tive relógios e casinhas…
Depois desenvolvi-me,
Tornei-me esperta,
Compreendo melhor as coisas, conheci as dificuldades
Aprendi a ultrapassar os meus medos.
Mas nem tudo se foi:
Desses tempos fiquei com lembranças
Saudades, recordações
E orgulho, orgulho dos meus pais.
Vida!
Ensina-me tudo o que ainda não sei
Qual o melhor caminho a seguir
Tão naturalmente como vem o vento…
Escreveu a Nádia.
Quando querem, são óptimos!
A vida
Também eu, também eu
Chorei, brinquei com bonecas, brinquei com terra,
Andei desclaça, tive relógios e casinhas…
Depois desenvolvi-me,
Tornei-me esperta,
Compreendo melhor as coisas, conheci as dificuldades
Aprendi a ultrapassar os meus medos.
Mas nem tudo se foi:
Desses tempos fiquei com lembranças
Saudades, recordações
E orgulho, orgulho dos meus pais.
Vida!
Ensina-me tudo o que ainda não sei
Qual o melhor caminho a seguir
Tão naturalmente como vem o vento…
Escreveu a Nádia.
Quando querem, são óptimos!
quarta-feira, 14 de maio de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
Os Direitos Inalienáveis do Leitor
- 0 direito de não ler
- o direito de saltar páginas
- 0 direito de não acabar um livro
- 0 direito de reler
- 0 direito de ler não importa o quê
- 0 direito de amar os "heróis" dos romances
- 0 direito de ler não importa onde
- 0 direito de saltar de livro em livro
- 0 direito de ler em voz alta
- 0 direito de não falar do que se leu
Como um Romance, Daniel Pennac
Inalienável significa que não se pode retirar. Sabias que os leitores também tinham direitos?Qual o direito de que mais gostas? Dá-nos a tua opinião.
Mostra de teatro das escolas da Amadora


Mensageira do Universo
Este é o título da peça, da autoria da professora Filomena Geraldes, com que a nossa escola participou mais uma vez na Mostra de Teatro acima referida, no dia 2 de Maio de 2008. Diz quem assistiu que o espectáculo foi excelente e ensinou a quem quis aprender a importância de cuidar do planeta em que vivemos. Parabéns às incansáveis professoras da Casa do Teatro, aos jovens actores e a todos quantos contribuiram para o sucesso da participação da escola.
Se gostas de teatro, dá uma espreitadela aos textos dramáticos que temos na nossa biblioteca. Já leste Leandro, Rei da Helíria?
Agora a palavra aos actores da Casa do Teatro:
Marco:
Fui figurante. O objectivo da peça era ensinar as pessoas a cuidar do Planeta. Para o ano gostaria de participar numa peça de comédia
João:
Fui o João e o Sol. Na Casa do Teatro aprendi que não devemos ser egoístas e a trabalhar em equipa. O objectivo da peça era espalhar a mensagem para um mundo melhor. No próximo ano gostava de participar numa peça musical.
Cheila:
Na Casa do Teatro, eu, Cheila, fui ver A Aventura de Ulisses e o Conto de Natal. Aprendi a ser responsável, a decorar textos, a divertir-me mais, a representar e a ser uma grande actriz
A minha personagem foi a Catarina na peça A Mensageira do Universo. A mensagem do texto tinha como objectivo dizer às pessoas que se preocupassem mais com o ambiente e os índices de poluição. Adorei o empenho dos meus colegas e principalmente das professoras a puxarem por nós. A minha personagem favorita foi a Romana porque foi a mais engraçada. Para o ano gostava de entrar numa peça em que as professoras entrassem e representassem connosco.
Ana Carolina:
Fiz de professora. No início estava um pouco nervosa. Para o ano gostava de participar numa peça sobre mistério ou mesmo aventuras… com enigmas! Gostei mais da Romana, que interpretou a Lua, por achar que ela fez bem o papel e soube representar.
Mafalda:
Neste clube aprendi a representar e a ser mais responsável. A minha personagem foi a Grande Nebulosa. O texto tinha como objectivo ter cuidado para não poluir a terra “porque ela é onde vivemos”.
Liliana:
A minha personagem foi a Sofia, que era muito burrinha. A mensagem da peça era: não devemos poluir o ambiente, é preciso reciclar! Aprendi a cantar, dançar e a representar. A professora Maria João ajudou-nos a ensaiar uma dança. Ensaiámos muitas vezes! A experiência foi inesquecível porque eu nunca tinha pisado um palco… Agora sei que para ser actriz é preciso ter força. No próximo ano gostava de participar numa peça. Ainda não sei bem sobre quê. Mas podia ser uma qualquer, porque as stôras têm bom gosto.
Ana Filipa:
Fui a Terra. Aprendi a organizar-me melhor. O objectivo da peça era para o mundo ser melhor porque há muita poluição. A experiência foi inesquecível porque foi a minha primeira vez.
Nadia:
Fui a Estrela Cadente Um. Aprendi a decorar os textos. As minhas intérpretes favoritas foram as estrelas, porque representaram todas bem e foi muito divertido.
Helder:
Fui aluno e quando eu falava os outros riam. Gostava de participar numa peça com um príncipe, criados e uma bruxa. Os meus preferidos foram a Terra constipada, os alunos e as estrelas.
Filipa Santos:
Aprendia a representar, decorar textos, dançar e dar sugestões. A minha personagem foi a Tessa, uma rapariga rebelde que já tinha chumbado de ano. A mensagem era para o nosso mundo ser um local aprazível, com menos poluição, onde devemos fazer a reciclagem de materiais. Adorei porque pisei um palco pela primeira vez e adorei a minha personagem.
No próximo ano gostava de participar numa peça sobre a natureza, para não matarem os animais e deles fazerem peles. A minha personagem preferida foi a Romana porque ela esteve muito maluca, era cómica e nunca se enganou.
Este é o título da peça, da autoria da professora Filomena Geraldes, com que a nossa escola participou mais uma vez na Mostra de Teatro acima referida, no dia 2 de Maio de 2008. Diz quem assistiu que o espectáculo foi excelente e ensinou a quem quis aprender a importância de cuidar do planeta em que vivemos. Parabéns às incansáveis professoras da Casa do Teatro, aos jovens actores e a todos quantos contribuiram para o sucesso da participação da escola.
Se gostas de teatro, dá uma espreitadela aos textos dramáticos que temos na nossa biblioteca. Já leste Leandro, Rei da Helíria?
Agora a palavra aos actores da Casa do Teatro:
Marco:
Fui figurante. O objectivo da peça era ensinar as pessoas a cuidar do Planeta. Para o ano gostaria de participar numa peça de comédia
João:
Fui o João e o Sol. Na Casa do Teatro aprendi que não devemos ser egoístas e a trabalhar em equipa. O objectivo da peça era espalhar a mensagem para um mundo melhor. No próximo ano gostava de participar numa peça musical.
Cheila:
Na Casa do Teatro, eu, Cheila, fui ver A Aventura de Ulisses e o Conto de Natal. Aprendi a ser responsável, a decorar textos, a divertir-me mais, a representar e a ser uma grande actriz
A minha personagem foi a Catarina na peça A Mensageira do Universo. A mensagem do texto tinha como objectivo dizer às pessoas que se preocupassem mais com o ambiente e os índices de poluição. Adorei o empenho dos meus colegas e principalmente das professoras a puxarem por nós. A minha personagem favorita foi a Romana porque foi a mais engraçada. Para o ano gostava de entrar numa peça em que as professoras entrassem e representassem connosco.
Ana Carolina:
Fiz de professora. No início estava um pouco nervosa. Para o ano gostava de participar numa peça sobre mistério ou mesmo aventuras… com enigmas! Gostei mais da Romana, que interpretou a Lua, por achar que ela fez bem o papel e soube representar.
Mafalda:
Neste clube aprendi a representar e a ser mais responsável. A minha personagem foi a Grande Nebulosa. O texto tinha como objectivo ter cuidado para não poluir a terra “porque ela é onde vivemos”.
Liliana:
A minha personagem foi a Sofia, que era muito burrinha. A mensagem da peça era: não devemos poluir o ambiente, é preciso reciclar! Aprendi a cantar, dançar e a representar. A professora Maria João ajudou-nos a ensaiar uma dança. Ensaiámos muitas vezes! A experiência foi inesquecível porque eu nunca tinha pisado um palco… Agora sei que para ser actriz é preciso ter força. No próximo ano gostava de participar numa peça. Ainda não sei bem sobre quê. Mas podia ser uma qualquer, porque as stôras têm bom gosto.
Ana Filipa:
Fui a Terra. Aprendi a organizar-me melhor. O objectivo da peça era para o mundo ser melhor porque há muita poluição. A experiência foi inesquecível porque foi a minha primeira vez.
Nadia:
Fui a Estrela Cadente Um. Aprendi a decorar os textos. As minhas intérpretes favoritas foram as estrelas, porque representaram todas bem e foi muito divertido.
Helder:
Fui aluno e quando eu falava os outros riam. Gostava de participar numa peça com um príncipe, criados e uma bruxa. Os meus preferidos foram a Terra constipada, os alunos e as estrelas.
Filipa Santos:
Aprendia a representar, decorar textos, dançar e dar sugestões. A minha personagem foi a Tessa, uma rapariga rebelde que já tinha chumbado de ano. A mensagem era para o nosso mundo ser um local aprazível, com menos poluição, onde devemos fazer a reciclagem de materiais. Adorei porque pisei um palco pela primeira vez e adorei a minha personagem.
No próximo ano gostava de participar numa peça sobre a natureza, para não matarem os animais e deles fazerem peles. A minha personagem preferida foi a Romana porque ela esteve muito maluca, era cómica e nunca se enganou.
O grafitti

“Muros brancos, povo mudo”
Perto de minha casa alguém, furtivamente durante a noite, tem por hábito deixar frases nos muros que pretendem pôr-nos a pensar!!! Louco, seguramente… ou para outros “um brincalhão” Não sei se ainda há alguém que usa o seu tempo a girar pela cidade atento a pormenores como as escritas sobre os muros. Sinceramente não sou grande fã desta forma de expressão, muito menos quando o que deixa é unicamente uma assinatura (chamam-lhes tags), um rabisco que ninguém entende e dificilmente se aprecia. Mas não há dúvida que outros, os verdadeiros graffiti, fazem-nos olhar com mais atenção para um muro que passaria despercebido de outra forma, falam-nos de uma cultura de rua suburbana, que não necessita de galerias nem museus para se exprimir, que revela outros talentos que a corrida diária tem dificuldade em descobrir.
A minha escola tinha um desses graffitis. Eu (pelos vistos erradamente) associava essa pintura à Escola Cardoso Lopes, talvez porque me lembro claramente de como surgiu a ideia, do apoio imediato do João Dinis para a iniciativa (como de resto em tudo o que dinamizasse positivamente a escola), dos imensos desenhos que recebemos até chegar ao símbolo final, da compra das tintas e do contacto com o artista que se prestou gratuitamente a tal tarefa, ficando com o restante das latas para futuras deambulações.
Perto de minha casa alguém, furtivamente durante a noite, tem por hábito deixar frases nos muros que pretendem pôr-nos a pensar!!! Louco, seguramente… ou para outros “um brincalhão” Não sei se ainda há alguém que usa o seu tempo a girar pela cidade atento a pormenores como as escritas sobre os muros. Sinceramente não sou grande fã desta forma de expressão, muito menos quando o que deixa é unicamente uma assinatura (chamam-lhes tags), um rabisco que ninguém entende e dificilmente se aprecia. Mas não há dúvida que outros, os verdadeiros graffiti, fazem-nos olhar com mais atenção para um muro que passaria despercebido de outra forma, falam-nos de uma cultura de rua suburbana, que não necessita de galerias nem museus para se exprimir, que revela outros talentos que a corrida diária tem dificuldade em descobrir.
A minha escola tinha um desses graffitis. Eu (pelos vistos erradamente) associava essa pintura à Escola Cardoso Lopes, talvez porque me lembro claramente de como surgiu a ideia, do apoio imediato do João Dinis para a iniciativa (como de resto em tudo o que dinamizasse positivamente a escola), dos imensos desenhos que recebemos até chegar ao símbolo final, da compra das tintas e do contacto com o artista que se prestou gratuitamente a tal tarefa, ficando com o restante das latas para futuras deambulações.
Honestamente, que me perdoem os alentejanos, gosto cada vez menos de muros brancos.
Sandra Oliveira
LER 1
URGENTEMENTE
É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.
Eugénio de Andrade
É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.
Eugénio de Andrade
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